Mais um Rock n' Roll que embalou uma festa de aniversário (estamos profissionais nisso, se cuidem Patati e Patatá, he he he).
Foi a festa da Kelly no dia 01/09/2012.
Tocamos pra caralho, umas três horas de porrada sonora, sem paradas ou firúlas.
O maninho, pra variar, estourou uma corda do baixo na introdução da primeira música que foi um improviso de "Parabéns pra Você" em Punk Rock. Seguimos o som sem ele, pelo menos algumas músicas até o cara voltar, desvirginamos novas músicas e no final estávamos derrubados pelo cansaço e descontamos na cerveja que, diga-se de passagem estava descendo muito bem.
Nesta festa rolou até um cachêzinho pra alegria geral da banda.
A rotina de ensaios aumentou depois desta festa, pois recebemos um convite para tocar num encontro de motoqueiros.
Aniversário da Bruna (09/06/2012) + vontade de beber + muita cerveja + muita gente pra rachar a despesa + 6mg = demência total!!!
Festa louca, numa casa no meio do nada, sem vizinhos, polícia ou o caralho. Todo mundo bêbado e feliz, praticamente todos eram conhecidos.
Tocamos o que podia e não podia, com direito a homenagem para a aniversariante: Rock das Aranhas. (Se é que vocês me entendem).
Lembro que foi o show que mais tivemos problemas com o equipamento: queimou transformador do cubo do Bart, tivemos que improvisar uma caixa para o vocal, a corda da guitarra dele também arrebentou (Achei que a zicas das cordas tinha acabado no bar do negão), o microfone do Cesar não ficava no lugar e o pedal do bumbo da batera se foi, e acho que é só isso.
O som saiu em meio a essa catástrofe, de fato, meio comprometido, mas a empolgação era grande e superou a expectativa, como sempre nos divertimos muito, e bebemos muito mais.
O The Black Pub, carinhosamente conhecido como bar do Negão.
Recebemos um convite especial para tocar em um bar de um amigo nosso, em pleno domingo a tarde (22/04/2012), pelo almoço e gole, e é óbvio que aceitamos.
A experiencia foi mágica, pois misturar rock, cerveja, baralho, sinuca e bocha não é pra qualquer um. O bar não dispunha de palco, nem de muito espaço, então tocamos na calçada.
Na platéia, além de namoradas e esposas, muitos amigos entremeados a alguns bêbados do botequim (mas nessa hora era difícil distiguir).
Durante o show tudo correu perfeitamente, sem cordas arrebentadas (é sério) e o som super regulado para o ambiente. Tocamos o repertório completo e acho que só paramos de tocar por este motivo.
O domingo estava ótimo, sol, calor, cerveja gelada e rock n' roll.
Fomos convidados pelo pessoal do curso de Letras da UFFS para tocar no encerramento do Sarau de Letras que aconteceu no dia 31/03/2012.
Um dia todo de atividades culturais, incluindo o Cine Debate e o show do 6mg.
O púlico cansado e entediado, o que é perfeitamente compreensível, pois além da grande jornada de trabalhos, não havia cerveja, alías, neste show tivemos que beber no boteco da frente da universidade e tocamos quase sóbrios.
Naum tinha aparelhagem além de nossos cubos, o que comprometeu muito a qualidade do som (tocamos na coxeira, quase a céu aberto).
Sem muito mais a declarar sobre este dia... he he he
(Obs: O Maninho, mais uma vez estourou um corda do baixo)
Na noite que tocamos no Texa's Bar pela segunda vez (17/03/2012), até onde a memória me permite, correu tudo bem... Não choveu o dilúvio como na semana anterior, o público compareceu, tocamos em parceria com a banda Hidropônica e fizemos bem a nossa parte, bebemos menos e tocamos mais!
Durante o show a galera mostrou que não estava em coma! Foi fenômenal, afinal de contas o publico é o combustível do rock!
Depois de tocar, sentamos no camarote pra curtir o som da outra banda e discutir o que faríamos do cachê, enquanto isso bebíamos com sede de cerveja, resultado:
Do cachê, não sobrou nada... Tudo convertido em cerveja e o sonho da mesa de som adiado mais um pouco...
Mas no final valeu a pena, a qualidade de som do Texa's era muito boa, nosso rock foi ouvido por mais pessoas, teve show dos guitarristas ovacionados pela galera e o principal: estávamos bêbados e felizes...
Este é o melhor saldo de se ter uma banda de Rock n' Roll!
Obs: a zica das cordas arrebentadas continuou, dessa vez foi a da guitarra do Cesinha.
A memória me falta agora, mas era um ensaio de meio de semana (coisa rara no 6mg), tenho quase certeza que era noite e estávamos no embalo da cerveja e do rock. Do nada aparece um figurão dizendo que a galera do Texa's Bar, casa de shows de uma cidade vizinha, queria que fizessemos um som lá.
Dito e feito, em alguns dias começamos a incorporar novas músicas ao repertório e num sábado, 03/03/2012, muita chuva, alguns imprevistos na viajem com um motorista mais bêbado que nós e la chegamos pra passagem de som em baixo do dilúvio!
No show, uma aparelhagem muito boa e um Técnico de Som! Estávamos realizados, de tão felizes o Bob e o Maninho encheram a caveira a ponto de quase não conseguir tocar, fora a corda do baixo que arrebentou e ele foi trocar na frete do palco, roubando a cena, enquanto o Weber e o Bart faziam uma espécie de acústico!
Na platéia, meia duzia de gatos pingados (e molhados), a Érica, nossa fã mirim e filha do Bob correndo e dançando ao som da banda com o salão todo pra ela, e pra encerrar uma participação dos donos da casa cantando A Sua Maneira.
O cachê, o primeiro cachê do 6mg, ficou no bar para pagar a conta... Mas o imprevisível sempre fez parte da história e por mais incrível que possa parecer, a galera do bar gostou do nosso rockinho antigo e nos chamou para um show de verdade, com ingresso a venda, divulgação em rádio e até folder's... Além de um cachê maior, mas isso é outra história: o primeiro show "internacional" denominado "Live in Texa's".
Como falado no último post, o Cesinha,
havia se formado no curso de Tecnologia em Negócios Imobiliários
e decidiu dar uma festa de formatura para seus amigos. Não era uma festa para
aparecer ou para esnobar, era apenas uma ocasião excelente para juntar os
amigos e se divertir.
Para a falada
festa não foi organizado nada de especial. Não tinham pessoas vestidas com
trajes sociais, não teve nenhum discurso cheio de blá, blá, blás e nenhuma
homenagem falsa. A única homenagem foram dos amigos convidados que simplesmente
compareceram. Resumindo, cervejas à vontade, com direito a garçons servindo-as
e uma lariquinha para elevar a glicose no sangue durante a madrugada. Amigos
sinceros e uma chácara encantada criaram o ambiente perfeito para que a banda
6mg, sem pressão nenhuma, fizesse sua primeira experimentação musical no
interior do Paraná.
Como foi dito, a banda teve pouco
tempo para ensaiar e as músicas foram tiradas meio que no improviso, além
disso, o show, que deveria ter começado as 00:00hs, teve que ser antecipado, devido
aos integrantes da banda já estarem meio que embriagados, e se esperassem mais uns minutos, provavelmente não haveria
show algum.
Resultado: O
show foi quase péssimo. Sim, porque umas 4 ou 5 músicas, das 17 programadas até
que saíram bem. O Webinho fazia sua estreia nos palcos, nunca havia tocado numa
ocasião como aquela antes. O Cesinha, nunca tinha tirado a maioria daquelas
músicas e para vocês terem uma idéia, ele colou as cifras das músicas que ele
não conhecia muito bem, no pedestal do seu microfone, amador total he he he.
Bob estava há mais de 10 anos sem tocar bateria quando a banda se formou e
fazia uma espécie de reestréia no “show Businees”. O Bart, o mais preparado e
confiante de todos estava quase que confiante demais e às vezes empinava sua
guitarra Ibanez branca como se estivesse domando um unicórnio e esquecia que
tinha que acompanhar a música. E por fim o maninho..., acho melhor não falar
nada, tocou demais, mas fica a dica, duas cervejas antes de tocar e depois
quantas você aguentar e não o contrário.
Ao final do
show, muitos aplausos, (talvez o único momento de falsidade da festa he he he, o
que seria se não fossem os amigos), e muita alegria. Os “músicos” da 6mg sabiam
que tinham errado muito, sabiam o quanto tinham que melhorar, mas estavam
felizes e embriagados. Felizes por fazer um rock´n roll e por estarem ali, como
irmãos, que trabalham juntos mesmo sabendo que o resultado final seria uma
catástrofe.
É assim, o
início é assim, difícil, inseguro e cheio de erros, mas quando surge uma
amizade como a desses guris, os amigos dos aplausos deixam de dar apenas apoio
moral e começam a aplaudir de verdade. E isso vai acontecer.
Iniciando, todos ja sabem que não é uma tarefa fácil ser um rockeiro do interior, e quando se fala em interior, é la mesmo, Sudoeste do Paraná querido!
E há quem diga que não existem rockeiros no interior... Estão em extinção mas ainda podem ser vistos, claro que não aos bandos, ou a luz do dia, mas reservados à algumas festas e rodas de violão.
Justamente um encontro destes, o aniversário de uma amiga, mais precisamente no dia 03/09/2011, a faísca que faltava para queimar todo o pavio e juntar o 6mg foi deflagrada.
Na falada festa, estavam dois amigos guitarristas, comentando sobre a intenção de fazer Rock n' Roll em um projeto: Diversão e Bebedeira! com esta meta, não foi difícil encontrar um baixista cambaleando entre os outros convidados e um bêbado disposto a comprar uma bateria.
Marcado o primeiro ensaio, sem set list, apenas um milhão de músicas tocadas meio ao léo e nisso, cai do céu um vocalista... literalmente de uma espaçonave aparece um grande amigo para ver a bagunça da Banda sem Nome, que alías tinha nome sim: Projeto Paralelo 4! Mas o fato é que o cara chegou e nunca mais saiu.
E agora eramos 5 e tínha-mos uma meta: tocar na festa de formatura do Cesinha, que seria algumas semanas depois... desafio aceito!
Incansáveis ensaios no curto tempo que restava e um repertório, se não me engano de 17 covers de bandas nacionais, entre elas: Barão Vermelho, TNT, Engenheiros do Hawaii e Velhas Virgens, além de uma psicodélica versão própria de Suzie Q. Enfim nosso primeiro show, Live in the Farm, como costumamos chamar!